domingo, 16 de outubro de 2011

WT PORTUGAL - PRIMEIRO PIPENICHE

Após algumas horas (a madrugada toda) de espera, por volta das 10 da manhã do horário de verão de Brasília a primeira bateria do Rip Curl Peniche Pro 2011 foi para a agua. Este ano tem tudo para ser o melhor de todos os eventos já disputados em Peniche. As previsões de onda e de vento estão excelentes e a verdadeira face da Pipeniche ainda esta por ser revelada.

Uma pintura disfarçada de foto. Peniche. foto: transmissionpause



Joel Parkinson x Jadson André x Fred P. O havaiano fez uma bateria discreta e não arranjou nada demais. O australiano achou duas boas e o brasileiro só uma. Apesar dos brados da galera no twitter achei as notas de Joel e Jadson justas. Apesar da onda do Jadson ser ligeiramente maior e o aéreo muito melhor que o do Joel em sua nota 9 e pouco, o tubo do brasileiro foi um pouco mais curto. Joel ainda achou outra onda nota 8 para passar para a terceira fase. Se Jadson tivesse outra excelente até valia discutir centésimos pela segunda do australiano, que não foi um 8,5, mas foi melhor que o seis alto do Jadson, que salvo engano foi dado após um tubo fechado (vou rever esta onda). Foi uma pena pois o potiguar esta afiado. Amanhã tem mais uma chance.

Miguel Pupo x Julian Wilson x Adam Melling. O último foi chamado as pressas para substituir o estrelinha do Dane Reynolds que alegou problemas pessoais para não disputar a etapa. Prejuízo para o público. Adam é um bom surfista, mas é o exemplo clássico do operário que nunca arranjará nada no WT, longe do que Reynolds poderia proporcionar ao aficcionado público português.
Pupo fez um belo tubo de back seguido de um aéreo, nove alto para ele (maior nota do dia), Julian apresenta a mesma forma da semana anterior na França. No final da bateria Pupo acabou sofrendo uma pancada da própria prancha, shit happens, ainda precisava de um sete baixo, achou uma boa esquerda, um belo tubo, mas não mto profundo, seis alto para ele e Julian na terceira fase. Pupo de posse da maior nota deve ter sentido o gosto amargo da derrota, coisa normal. O negócio é sair de cabeça erguida e pegar duas boas na próxima.

Josh Kerr saindo de mais um tubo perfeito em Peniche.


Taj Burrow x Taylor Knox x Daniel Ross foi uma bateria bem chata, comparada as duas anteriores. O que houve de mais interessante na bateria não foi devidamente mostrado na transmissão, que foi a interferência do Taj. Ross levou.

Owen Wright x Pat Gudauskas x Justin Mujica. Tem quem não goste do estilo do Owen, eu me amarro, principalmente nas direitas. Na minha opinião é um dos caras que bate mais forte e mais reto de costas para as ondas, começou com um oito alto. e controlou bem a disputa até o final.

Cris Davidson x Jordy Smith x Francisco Alves.
Não vi direito. Minha net travou. Gostei da entrevista do Davo, sempre muito legais. Jordy perder aqui é estranho. Pode ter dado adeus ao evento.

Travis Logie x Kelly Slater x Bruno Santos. O careca é circense. Num tubo impossível ele consegue sair, a prancha infiel, não, ele ve a galera e manda um hang loose...tira onda o KS. Mas esta bateria contava ainda com o sul africano Travis Logie, cara de manobras feias e base firme, bom de tubo, e Bruno Santos, nome que já significa tubo no mundo do surf. É lembrado junto com Bruce, KS, JJ, JOB e poucos outros, quando o papo é fazer tubos, de qualquer tamanho. Bruno esta na história da ASP e do surf nacional. Na bateria o brasileiro saiu de um bom tubo numa esquerda e teve sua nota achatada. KS fez um 9 (que ele mesmo achou overscored) e estava com um segundo score baixo. Bruno precisava de um 7,11 e simplesmente não vieram mais ondas. Como bem disse Julio Adler, tenho pena de quem pegar o Bruno amanhã.

Adriano de Souza x Matt Wilkinson x J J Florence. É a segunda vez que ouço que J J quer ser chamado de John. Imagina aqui no Brasil um cidadão chamado João João? Eu se fosse ele pegava o apelido do John Gomes, que deixou de ser Boy há um tempão. Espero grandes coisas de Johnny Boy Florence num lugar chamado Super Tubos. Convenhamos, é a especialidade do moleque. Matt surfa melhor do que compete. As vezes ele parece um operário, mas é um pouco melhor que isso, pelo menos é inventivo. Mineiro demorou para pegar a primeira, qdo pegou foi uma fechada, quando foi pegar a segunda, não saiu do tubo, enquanto seus adversários já tinham duas sólidas. Não parecia ser dia de Mineiro. Faz tempo que não é dia dele...Matt Wilko levou. Azar de quem pegar Johnny Boy na repescagem.

O publico invadiu as areias de Super Tubos. Eu achei que ficou irado o ângulo. Medina andando sobre um mar de gente.


Gabriel Medina x Raoni Monteiro x Tiago Pires. É impressionante como a torcida gosta do Saca. Parece o tratamento que o Teco recebia aqui no Rio em 91. Não sei se isso ajuda mais que atrapalha. Medina ta no rip. Não tenho outra palavra para descrever um cara que impressiona toda vez que entra na agua, começou a peleja com um 9 (não sabe brincar esse Gabriel). Raonisurfada para arrancar um 8 alto e fechar o caixão com mais duas kombis na fatura. Saca estava puto com alguma coisa. Acho que nem pode ser os juizes, porque ele não completou nada na bateria.

KS olhou com atenção a bateria do golden boy. Saiu sem ter o que falar, o moleque entuba pros dois lados tão bem quanto voa.


Kieren Perrow x Bebe Durbidge x Damien Hobgood. Foi uma bateria razoável, algumas notas boas. Kieran só pode fazer estragos em mares tubulares, e estava fazendo, até Damien se levantar faltando 5 minutos pro fim. Começou rolar uma marcação entre Damien e Kieran, coisa normal, como Mineiro tanto tenta explicar para o careca, acabou sobrando espaço para Bede pegar uma direita realmente boa, ficou faltando tempo para achar outra de qualidade.

Michel Bourez x Heitor Alves x Brett Simpson. Heitor esta vindo de lesão e não pode ser cobrado. Michel não achou nada e Brett fez a mala. Simpo surpreende sempre nas fases 1 e 2, depois some.

Mick Fanning x Adrian Buchan x Kai Otton, 3 aussies loucos para esquecer a goleada sofrida por sua seleção de rugby diante da Nova Zelândia, logo cedo. Altas ondas num fim de tarde mágico em Peniche. A primeira metade da bateria foi de Ace e a segunda de Mick que virou a bateria com suas duas únicas ondas surfadas (pegou a terceira faltando um min pro fim e vacou), isso que Ace tinha um 9,5 no bolso. Mick com o melhor custo benefício do evento até então. Ace deve ter se sentido como Pupo mais cedo. Acho que Ace devia estar ainda mais furioso já que tinha um bom back up.

Raoni fez um bonito papel em sua bateria. Mas Medina estava com a macaca.


Ultima do dia, ufa, Alejo Muniz x Dusty Payne x Josh Kerr. Dusty só perdeu desde que apanhou do careca naquela semi final no Prime US Open. Hoje ele perdeu surfando bem pelo menos, esta começando a se recuperar daquela surra. Kerr continua surfando no nível de top 10. Alejo foi esperto ao pegar o rabo de uma onda que era fechada para Kerr, mas não achou nenhuma outra de qualidade.

Confrontos da Segunda Fase:

JORDY SMITH X BRUNO SANTOS
TAJ BURROW X FRANCISCO ALVES
ADRIANO DE SOUZA X JUSTIN MUJICA
MICHEL BOUREZ X ADAM MELLING
ALEJO MUNIZ X FRED P
ADRIAN BUCHAM X J J FLORENCE
HEITOR ALVES X TIAGO PIRES
BEDE DURBIDGE X KIEREN PERROW
RAONI MONTEIRO X KAI OTTON
JADSON ANDRÉ X DUSTY PAYNE
MIGUEL PUPO X TRAVIS LOGIE
TAYLOR KNOW X PAT GUDAUSKAS

Mick surfou dois high scores e uma vaca. Suficientes para sua classificação.

sábado, 15 de outubro de 2011

WS - SUPERSURF UBATUBA - KOLOHE LEVA


Ubatuba, tradicional palco de campeonatos do surf nacional, foi mais uma vez sede de uma etapa do Circuito Mundial de Surf. Desta vez o Super Surf 6 Estrelas.
O estágio do surf brasileiro evolui também em seus eventos. Antigamente o Circuito Mundial passava por aqui uma vez por ano e a olhe lá...,neste ano tem gringo que esta vindo pela terceira ou quarta vez para a terrinha. Após uma forte primeira perna do Circuito Mundial no Brasil, com dois eventos Prime e uma etapa do WT, agora temos dois 6 estrelas seguidos (isso sem falar no primeiro Prime do ano em Noronha).

Todos estes eventos se enquadram bem no cenário do ano que pode ser considerado o marco de inicio da nova era do surf brasileiro no circuito mundial. Esta segunda perna pode garantir que o time tupiniquim siga crescendo em quantidade e qualidade a cada rotação do ranking unificado da ASP. Tomara que rolem ainda por muitos anos, essas e muitas outras etapas na terra brasilis.


Os dois melhores "aerealistas" (existe isso?) do campeonato se cumprimentam na areia, Halley e Kolohe. foto: http://supersurf.abril.com.br/blogs/super-fotos/2011/10/15/supersurf-internacional-em-itamambuca-%E2%80%93-15102011/#fotos

Vi quase todos os dias a transmissão, que foi... correta. Nada demais, mas também nada de menos, Consegui acompanhar o evento todo, sem maiores problemas. Mas é impossível não reconhecer que a qualidade de transmissão é infinitamente inferior àquelas de etapas maiores do circuito. Acho que pode-se melhorar em alguns pontos, como as questões da transmissão: compartilhada com a transmissão da praia, locutor que ficou sozinho 99,9% do tempo e aquela musiquinha de fundo (chato demais).
Tirando isso (tudo) senti uma grande evolução comparada com a transmissão do primeiro super surf do ano.
Tenho que mencionar também que o Supersurf tem uma das melhores galerias de imagens do Circuito Mundial, neste ano, na minha opinião só ficam atras do Prime de Portugal e de Ballito, ficando devendo e muito, contudo, no quesito videos.

Falando do campeonato, nas fases de qualificação percebe-se que tem muita gente boa sem patrocinio aqui no Brasil. Da mesma forma percebe-se facilmente que o nível dos caras que estão seguindo o mundial WS e Prime é ligeiramente superior aos demais, podem ser detalhes, mas o rip dos caras que estão correndo o mundo é outro.
Neste campeonato ao contrário do normal, suprimiu-se a fase de repescagem após as baterias de 3 atletas (fase dos 12 melhores atletas), desta forma, os dois primeiros desta fase estavam classificados para as quartas de final.

Na primeira bateria de 3 atletas, Halley Batista e Kolohe Andino desclassificaram Junior Faria. Para o americano era praticamente um confronto direto com um sério concorrente a uma vaga no WT na próxima rotação (Faria).

Na segunda, Rodrigo Dornelles foi desclassificado por Thiago Camarão e o perigoso aussie Mitch Crews. Bela batalha pelo segundo lugar, Thiago estava sobrando.

Na terceira foi a vez de Wiggolly Dantas sobrar, deixando a briga pelo segundo lugar entre Alex Ribeiro e Franklin Serpa, com a classificação indo para o paulista.

Na última o paraibano Jano Belo não encontrou ondas boas em hora alguma do confronto, mesmo acertando alguns voos, faltava uma onda que permitisse a reação, deixando as coisas mais tranquilas para Thomas Hermes e Tanner Gudauskas.

Jano ficou em 9º, mas troca 400 por 920 pontos no ranking. Foto: http://supersurf.abril.com.br/blogs/super-fotos/2011/10/15/supersurf-internacional-em-itamambuca-%E2%80%93-15102011/#fotos

Quartas

Na primeira das quartas um show do pernambucano Halley Batista sobre Mitch Crews. Halley mostrou segurança ao voltar de vários aéreos e malandragem de surfar a onda imediatamente atrás a do adversário em algumas oportunidades, dificultando o julgamento dos juízes. Já esta na hora de alguém patrocinar a serio (bancar o circuito todo dele por ao menos um ano e meio) este atleta nordestino. Potencial enorme!

Camarão ficou nas quartas, troca 700 por 1560 pontos no ranking Unificado. Nada mal, pena ter perdido o confronto direto contra Kolohe. Foto: http://supersurf.abril.com.br/blogs/super-fotos/2011/10/15/supersurf-internacional-em-itamambuca-%E2%80%93-15102011/#fotos


Na segunda um duelo de nível WT. Camarão x Andino. O americano começou melhor, estabelecendo notas altas em suas segunda e terceira ondas. Camarão foi melhorando no decorrer da bateria, mas ainda precisava de um 8 alto para virada. Ficou mais seletivo enquanto o jovem gringo foi pegando várias e arriscando aéreos cada vez mais altos. Errou alguns até acertar  e aumentar as dificuldades do brasileiro, que faltando 5 min para o fim da bateria, procurava uma nota 9,27 para virar, e sem prioridade... missão indigesta

Na terceira, um embate de poucas ondas boas entre Wiggolly  Dantas e o líder do BSP 2011, Tomas Hermes. Dantas levou abusando da competitividade de seu backside.

Na última, T. Gudauskas x Alex Ribeiro...dois goofies que tem pontos fortes distintos, enquanto o americano tem um backside matador, Alex tem em seus aéreos sua principal arma. O americano não errou quase nada, acho que só caiu da prancha na primeira onda, o resto foram ondas de no mínimo nota 5. Semi para ele...

Tanner Gudauskas não tem tido muita sorte em finais neste ano, já perdeu duas. Foto: http://supersurf.abril.com.br/blogs/super-fotos/2011/10/15/supersurf-internacional-em-itamambuca-%E2%80%93-15102011/#fotos
SEMIS E FINAL 

As semis foram um tanto quanto decepcionantes, pelo mar que estava pior a cada minuto e para os brasileiros em particular, já que proporcionou uma final entre dois concorrentes diretos por uma vaga na próxima rotação.

Primeira semi, Halley x Kolohe...merrecas gordas de meio metro...e mesmo assim os caras conseguem voar a torto e a direito. Kolohe leva com autoridade.

Na segunda, Dantas x Gudauskas, novamente apostando na precisão do surf e criteriosa escolha de ondas o californiado levou sobre o local. Achei que Dantas venceria este campeonato, mas Tanner estava iluminado. Só ele achou as boas. Parecia que ele era o local e o Guigui o gringo.

Guigui chegou as semis finais em casa. Esta com um surf que dá gosto de ver. foto: http://supersurf.abril.com.br/blogs/super-fotos/2011/10/15/supersurf-internacional-em-itamambuca-%E2%80%93-15102011/#fotos



Final entre o 41º e o 42º do Ranking Unificado. Melhor para o jovem Kolohe Andino que junto com Wigolly Dantas e Halley Batista, foram os melhores atletas do campeonato. Kolohe é aposta quase certa para o WT em Snapper 2012.
Infelizmente não houve brasileiros na final, mas vários atletas locais trocaram pontuações neste evento e deveremos ter algumas modificações no ranking.



Kolohe é a esperança americana num futuro título mundial. Tem talento o rapaz. foto: http://supersurf.abril.com.br/blogs/super-fotos/2011/10/15/supersurf-internacional-em-itamambuca-%E2%80%93-15102011/#fotos


Nesta madrugada deve iniciar o WT de Peniche e na terça feira já inicia o WS no Arpex, tomara que o mar colabore.

SUPERSURF UBATUBA

1 - KOLOHE ANDINO
2 - TANNER GUDAUSKAS
3 - HALLEY BATISTA
3 - WIGGOLLY DANTAS

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

CIRCUITO MUNDIAL ASP - EFEITO MEDINA

Na novíssima tabela do World Ranking, famoso Ranking Unificado da ASP, que conta os 8 melhores resultados de cada atleta nos últimos 12 meses, com pontos obtidos em todos os campeonatos da ASP, qualquer que seja o nível WS, Prime ou WT, Gabriel Medina aparece entre os Top 10, na nona colocação.


Diante dos resultados do rapaz isso nem chama tanta a atenção na tabela quanto a coluna de grana arrecadada em 2011. Medina só ganhou menos que KS e Owen neste ano.

Medina é o exemplo do melhor que um atleta vindo da rotação pode fazer. Principalmente em pontos e grana. A ASP agradece. Foto: http://quiksilverlive.com/profrance2011/liveHD.pt.html
Isso deve dizer algo sobre os planos da ASP sobre a unificação de rankings, a valorização ($) das Etapas Star (6 estrelas) e Prime e a distribuição de grana entre os atletas, já que os dois melhores do WT e o melhor do WS e Prime (e agora WT) lideram a lista da premiação.

Lembro das reclamações do Bobby Martinez sobre as novas regras do circuito, sobre como um cara que não estava no WT poderia estar na frente dele no Ranking Unificado. Não vejo a confusão que ele afirma. Vejo que se ele tivesse investido em alguns Primes e 6 estrelas estaria, no mínimo, com o bolso cheio.

Apesar das críticas ao novo sistema da ASP, penso que há vários pontos positivos a se levar em consideração ao analisa-lo. Por exemplo Bobby reclamava que um cara que entra na rotação do meio do ano não tem chance alguma de título e não há razão disso acontecer.

Eu já penso que caras como Medina, Pupo, Kolohe, ou qualquer moleque desses que quer chegar no WT para apontar o dedo para KS, Parko, Taj, e cia e se candidatar a um título mundial, ganha, ao entrar na rotação do meio do ano, a chance de se ambientar ao circuito por meia temporada antes de se jogar na batalha para valer na temporada seguinte.

Além disso, como comprova-se pela coluna de premiação recebida do Ranking Unificado, a rotação semestral da a chance de caras que estão se destacando no WS e Prime de fazerem uma boa grana enquanto aproveitam para garantir seu seeding pontuando em etapas do WT, muito mais valorizadas, melhorando suas chances de um bom posicionamento no mutante e, na minha opinião, cada vez mais interessante sistema de Ranking Unificado da ASP.

Outra vantagem de se refrescar o sangue no meio do ano é que os novos integrantes do WT, muito provavelmente não estão nem ai para a disputa do título daquela temporada, permitindo estreias e disputas contra os medalhões com menos pressão, com possíveis modificações na disputa, tornando-a mais interessante. O que me leva ao próximo tópico.

Chama a atenção também no site da ASP a notícia de que a corrida pelo título Mundial de 2011 não acaba em Peniche. Ou seja, Medina impediu a possibilidade do careca ser campeão ainda no Velho Mundo, com a disputa durando ao menos até a etapa de São Francisco.

No que concerne as novas regras de Ranking (polemicas de julgamento são outro papo), creio que anda tudo como o planejado. Claro que sempre haverá espaço para melhoras e alguns ajustes, segundo declaração do Renato Rickel, já estão sendo pensados.

Por fim, são excelentes as previsões para os primeiros dias do Rip Curl Pro em Peniche, Portugal. As disputas podem iniciar já no primeiro dia do prazo. Deverá haver ação no Trials já na madrugada de hoje, 14/10.
Para ver ao vivo basta clicar neste link: http://live.ripcurl.com/?aid=1758&q=Tip2Tip

Vídeo das Finais do Quiksilver Pro France e um sobre o que se pode esperar de Peniche:




esse é ainda melhor, tem as notas 10...bem no finalzinho, vejam que Adriano já (ou seria ainda?) era assunto...